site oficial


Virtual Friends

April, 2012

Are all real-life friends also our virtual friends? Or, can our virtual friends end up becoming great friends or even "better" that real-life friends?

Amigos Virtuais

Abril, 2012

Será que nossos amigos reais são também nossos amigos virtuais? Ou ainda, será que nossos amigos virtuais podem acabar se tornando grandes amigos, ou até "melhores" que os reais?


Unplug to plug in

January, 2011

Are we really making progress in the so-called Digital Age?

Geeks, nerds, dweebs, dorks, we are all eccentric individuals obsessed with technology. We all suffer from undiscerning neophilia (attraction to anything that is new) technophilia (attraction for technology).

The ones who do not criticize, consume more and more quickly. Those who do not think and hasten and submit themselves more to ideas and, even more quickly, without even understanding them, can be easily manipulated. We have reached the Nullity Age. Will we eventually be “fed” by computer bugs?

You quit Twitter, but Twitter does not quit you. You quit Facebook, but Facebook does not quit you.

In an opposite direction, the age of spontaneous behavior seems to have come to an end, and we have become a mass conducted by virtual commands. The perfect marketing was finally established.

The underground, alternative culture, which we have mainly focused on the change of awareness, of values and behavior, almost no longer exists. Today, we no longer know what sets us apart from a broader culture which we were a part of. We are all going towards the counterculture through subculture. Counterculture became stupid and subculture has become a great spectacle.

We have become virtual activists. Cyber warriors. Cyber activists with unrelated movement, with no parties (?). We have become Tweet Pops. We have become Weird. We have become cyberpunks, high techs, low life, low mind. We have become mods, simply an acronym to modernism. The prototype now is to be techno-sexual and politically involved, virtually, by means of the share and retweet options. But if nobody reads anything these days, especially criticism, news overlap others at a fast speed, and if, by doing that, we are only contributing to increase humankind collective stupidity, what is the point of all that?

Nobody understands anything. Everyone says whatever they want in a language that has been created, condensed and is full of symbols. Our thoughts have been condensed to 140 characters and we have created (?) the art of expressing all of our thoughts and feelings by means of images. Now, everything is an image + a powerful sentence, which has lost its naïve meaning and has become an instrument for manipulation, articulation from those who publish them.

We have definitely entered the Age of Virtual Neologism. An Age governed by a quilt of thoughts and Copy/Paste.

We have been suffering from psychological mimetism. We are all virtual chameleons. We have outgrown Freud. Our new therapists are DrTwitter, DrFacebook, DrG+, DrLinkedin, DrFlickr, DrGBuzz, DrOrkut... and we have concluded that 'thinking has become a simple experimental treatment'.

Some of these days, we will be disclosed as a simple "open source" and we will be manipulated by simply pressing "enter". Take note of that.

We have to admit, once and for all, that this is the Age of new communication. All we have to know is if, at the end, it will have some positive effect on humankind. We will have to wait a little more to be sure.

Desconecte para conectar

Janeiro, 2011

Estamos evoluindo mesmo nessa Era Digital?

Geeks, nerds, dweebs, dorks somos todos excêntricos obcecados por tecnologia. Sofremos todos de neofilia (atração por tudo aquilo que é novidade) e tecnofilia (atração por tecnologia) acrítica.

Aquele que não critica, consome mais e mais rapidamente. Aquele que não pensa e se precipita e se submete mais às ideias e ainda, mais rapidamente sem nem entendê-las, é facilmente manipulável. Chegou a Era da Nulidade. Será que acabaremos "comendo" bugs de computador?

Você sai do Twitter, mas o Twitter não sai de você. Você sai do Facebook, mas o Facebook não sai de você.

Contraditoriamente, parece ter acabado a Era do comportamento espontâneo, e viramos massas conduzidas por comandos virtuais. O marketing perfeito enfim foi instaurado.

A cultura underground, alternativa, que havíamos focado principalmente nas transformações da consciência, dos valores e do comportamento, quase não existe mais. Hoje, quase não sabemos mais o que nos diferencia de uma cultura mais ampla da qual fazíamos parte. Estamos todos indo na contracultura através da subcultura. A contracultura virou imbecil e a subcultura se converteu em espetáculo.

Viramos ativistas virtuais. Ciberguerrilheiros. Ciberativistas de movimentos desconexos e apartidários(?). Viramos Tweet Pops. Viramos Weird. Viramos cyberpunks, high techs, low life, low mind. Viramos mods, apenas uma abreviatura de modernismo. O protótipo agora é ser tecnossexual e politizados virtuais através do compartilhar e do retweet. Mas se ninguém lê nada hoje em dia, muito menos crítica, as notícias somente rolam umas sobre as outras, e se assim, só estamos engrandecendo o emburrecimento coletivo da humanidade, qual a validade?

Ninguém entende ninguém. Cada um fala o que quer e em uma língua criada, compactada e cheia de símbolos. Nossos pensamentos foram compactados em 140 caracteres e criamos (?) a arte de exprimir todos os nossos pensamentos e sentimentos por meio de imagens. Tudo agora é imagem + frase de efeito, que perdeu seu sentido inocente e virou instrumento de manipulação, articulação de quem publica.

Definitivamente, entramos na Era do Neologismo Virtual. Uma Era onde impera a colcha de retalhos de pensamentos e copy/paste.

Sofremos agora de mimetismo psicológico. Somos todos camaleões virtuais. Freud foi superado. Os nossos terapeutas atuais são DrTwitter, DrFacebook, DrG+, DrLinkedin, DrFlickr, DrGBuzz, DrOrkut... e concluímos que 'pensar virou apenas um tratamento experimental'.

Qualquer dia desses vão nos desvendar com um simples "open source" e nos manipular com um simples "enter". Anotem aí.

Definitivamente, temos que admitir que esta é a Era da nova comunicação. Só nos resta saber se, ao final, ela terá algum efeito positivo sobre a humanidade. Vamos ter que esperar um pouco mais para ter certeza.


Face to Face

January, 2012

Once upon a time... there was a time when simply we were persons.
We are getting more and more involved with machines and technology with no limits, no control, totally dependent on them. Sooner or later, we will be reduced to a factor, a symbol, a number, a thing and we will lose or personal value.

Cara a Cara

Janeiro, 2012

Era uma vez... um tempo em que éramos pessoas simplesmente.
Estamos nos envolvemos demais com as máquinas e a tecnologia sem medida, sem controle, totalmente dependentes. Mais cedo ou mais tarde estaremos reduzidos a um fator, símbolo, número, uma coisa e perderemos o valor pessoal.


Virtual Times

March, 2011

I am a little uncomfortable with the habits and people of "my time".

There was a time when people respected one another, a time when each word was carefully "weighed" and valued.

By no means I preach morality, but I use some of my time to observe those of my age, and I must confess I am getting more and more unhappy with what I see.

I have so many reasons to be unhappy with the writings and the rush to read everything, just for the sake of novelty.

Current habits in the Internet in Brazil, which I so much contributed to grow, also make me feel uneasy.

I am not trying to make a portrait and/or satirize the virtual morality of "my time". I’ve been noticing that the "modern times" have gone away in this "Age" considered the most modern, and old immoral habits, which were hidden before, are being resumed, the same habits which had shocked so many and caused the rising of so many humanitarian activists.

"I return to the audience what they have lent me". This is how I write: from what I see and read.

If I seem and my writings sound unhappy, it is because I have become the matter, the content of the audience, of what I read and see. However, it would be only fair if I returned this on an equal basis. But I won’t do that because, for me, words have their weight.

Words can hurt.
Words can cause pain.
Words can startle.
Words can destroy.
Words can bring joy.
Words can bring comfort.

Anyone can be reflected by their souls with 'sour' words and 'cursed' words, and, therefore, create a portrait of themselves, taken from their natural being. I choose to change my words.

I’d rather create, invent, reinvent other words that will bring "wellness", comfort, happiness, support, protection, complaint ... always away from omission.

If you acknowledge in yourself some of the flaws I point out in you, correct them. I believe this is the only function in the act of writing, and also the only success one can count on: helping people.

Changing your attitude of humiliating, discriminating, offending, bullying, chasing, attacking, torturing is an act of faith. An act of faith not in gods, but faith in yourself and in the capacity of being yet another person to try to make this world a better place.

Tempos virtuais

Março, 2011

Ando meio desambientada com os costumes e com as pessoas de "meu tempo".

Houve um tempo em que as pessoas respeitavam umas às outras, o tempo em que se "pesava o peso" e valor de cada palavra.

Não tenho tendência moralizadora, mas me dedico sempre ao estudo da observação de meus contemporâneos, e, o que estou observando me deixa cada dia mais descontente.

Tantos motivos tenho para estar descontente com os escritos e com a precipitação da leitura da mesma forma, só por serem novidade.

Ando também desambientada com os costumes atuais na Internet brasileira que tanto colaborei para que crescesse.

Não sou tão pouco, retratista e/ou satirizadora da moral virtual de "meu tempo". Mas tenho percebido que os "tempos modernos" se foram nesta "Era" considerada a mais moderna, e existe uma retomada aos antigos costumes imorais, antes ocultos, agora deflagrados, que outrora chocou a tantos e propiciou o surgimento de tantos ativistas humanitários.

"Devolvo ao público o que ele me emprestou". É assim que escrevo: a partir do que vejo e leio.

Se pareço e escrevo descontente é porque tomei a matéria, o conteúdo do público, do que leio e vejo. Porém, o justo seria que eu fizesse uma restituição de igual para igual. Mas não o farei, pois a palavra, para mim, tem peso.

Palavras machucam.
Palavras magoam.
Palavras chocam.
Palavras destroem.
Palavras alegram.
Palavras consolam.

Qualquer um pode mirar-se com alma em palavras 'mal ditas' e 'malditas' e assim criar um retrato de si mesmo, tomado do natural. Eu opto por trocar minhas palavras.

Eu prefiro criar, inventar, reinventar outras palavras que sejam do "bem", de conforto, de alegria, de apoio, de proteção, de denúncia... sempre distante da omissão.

Se alguém reconhecer em si alguns dos defeitos que aponto, corrija-os. Esta é a única função do ato de escrever, acredito, e também o único sucesso que se deve contar: ajudar às pessoas.

Trocar a sua atitude de humilhar, discriminar, ofender, intimidar, perseguir, agredir, torturar é um ato de fé. Um ato de fé não nos deuses, mas fé em si mesmo e na capacidade de ser mais um a tentar fazer um mundo um pouco melhor.


What Internet has united, man must not separate.

February, 2011

We are, at the same time, artists and the entertainment venue. All we have to do is to get connected.
Thoughts are turned into money: "get paid for your work online".
Internet is putting an end to the Age of nepotism, oligarchy, authoritarianism of ideas.
The mental aristocracy of the wealthy has fallen. The academic have been overcome. Anyone can have a great idea and be successful with that.

We now live with virtual neologism.
What we say and type is no longer in dictionaries or grammar books. Anyone can invent a new word or create a new connotation, a new meaning to a word that already exists and this becomes a verb or a popular language.

A new monarchy is born: the one of those who want to think and spread their ideas without considering others’ opinions.

We use the collective intelligence and knowledge to solve problems, find solutions and create content and even to develop new technologies.

What not even nature, democracy or religions achieve, Internet has managed to create: a movement. Everyone gets together; everyone corrects one another. Results are more reliable and the chances for mistakes are smaller (time will tell).

We are a mass with an inexhaustible source of information obtained in a few seconds.
No more outsourcing. We do not delegate services to others. After all, we are here.
We are Crowdsourcing. We are all one and one for all.
Commerce needs the opinion, intervention and interaction, of the people, the virtual people.
We have become social commerce kings and queens.
We are no longer the award; we are the bonus. We need to be conquered, entangled, persuaded, involved.
We have reached the new Marketing Age. Nothing can convince us so easily.
We are the ones who determine the several parameters in the sale of goods and services.
Better than religion, what the Internet has united, man must not separate.

O que a Internet uniu, nenhum homem separa

Fevereiro, 2011

Somos ao mesmo tempo, artistas e a casa de espetáculos. Basta conectar-se.
O que qualquer um pensa, vale dinheiro: "get paid for your work online".
A Internet está finalizando a Era do nepotismo, da oligarquia, do autoritarismo de ideias.
A aristocracia mental dos mais abastados caiu. Os universitários foram superados. Qualquer um pode ter uma grande ideia e se dar muito bem.

Vivemos agora de neologismo virtual.
O que dizemos e teclamos não se encontra mais nos dicionários; nem na gramática. Qualquer um pode inventar uma nova palavra ou criar uma nova conotação, um novo significado à palavra já existente e virar um verbo ou língua popular.

Nasce uma nova monarquia: a daqueles que querem pensar e difundir suas ideias sem o comprometimento da opinião alheia.

Usamos a inteligência e os conhecimentos coletivos para resolver problemas, solucionar, criar conteúdo e até desenvolver novas tecnologias.

O que nem a natureza, nem a democracia e as religiões conseguiram, a Internet conseguiu: um movimento. Todos se unem e todos se autocorrigem. Os resultados são mais confiáveis e as chances de erro, menores (o tempo dirá).

Somos uma multidão com uma fonte inesgotável de informações em segundos.
Não mais outsourcing. Não delegamos mais serviços a terceiros. Afinal, estamos aqui.
Somos Crowd sourcing. Todos somos um e um por todos.
O comércio precisa da opinião, intervenção e interação do povo, o virtual.
Viramos reis e rainhas do social commerce.
Não somos mais o prêmio; somos o bônus. Precisamos ser conquistados, laçados, persuadidos, envolvidos.
Chegou a nova Era do Marketing. Nada nos convence mais tão facilmente.
Somos nós quem determinamos os vários parâmetros na venda de produtos e serviços.
Melhor do que a religião, o que a Internet uniu, nenhum homem separa.


Do I need an upgrade?

January, 2011

How did we live before so much technology? What did we do? How did we feel? What were our relationships like before the social networks?

Skype, Wi-Fi, Wii, Bluetooth, chips, gadgets, PDA, iPod, TVs, Android, flash drives, 3D, tablets, iPad, mobile, Kindle, iPhone, wireless, e-mails, smartphones, laptops, MP3 players...

If we could daydream today, what would we dream about? Are we just looking for happiness through technology?

Sometimes, I wonder: is it possible to be able to waive to technology one day?

What is innovative today, in view of so much innovation? Will digital revolution makes us also go through a personal revolution or will it wipe us out and makes us unnecessary?

'How much does the choice of a gadget or a type of social network define our identity?'

Será que preciso de um upgrade?

Janeiro, 2011

Como vivíamos antes de tanta tecnologia? O que fazíamos? O que sentíamos? Como nos relacionávamos sem as redes sociais?

Skype, Wi-Fi, Wii, Bluetooth, chips, gadgets, PDA, iPod, TVs, Android, pendrive, 3D, tablets, iPad, mobile, Kindle, iPhone, wireless, e-mails, smartphones, laptops, MP3 players...

Se hoje pudéssemos sonhar acordados, com o que sonharíamos? Será que estamos procurando apenas a felicidade através da tecnologia?

Às vezes, penso: será possível conseguirmos renunciar à tecnologia um dia?

O que é hoje inovador, diante de tantas inovações? Será que a revolução digital fará com que façamos também uma revolução pessoal ou irá nos aniquilar e nos tornar dispensáveis?

'Até que ponto a escolha de um gadget ou um tipo de rede social define a nossa identidade?'


Virtual behavior disorder

March, 2011

"Today’s newspaper wraps the fish at tomorrow’s market." With the advancement of the Internet, this saying has changed: today a piece of news cannot be deleted; once it is published and forwarded, it has no turning back.

What is virtually said will be forever registered in the bits & bytes e will be spread more quickly than a virus, until a network is off or a database is down.

The written word is said and exposed. People may hide themselves behind logins and profiles with no expression, not authentic, anonymous and even so, the word will be said.

Currently, most people analyze and judge with “grounds” and affirmative "certainties", coming from merely passionate analysis and with no coherent explanation.

Analyzing a profile is no longer analyzing the personality of others and/or analyzing other people's behavior and this cannot be done by mere observation.

The "posting", "sharing", "retweeting" or "updating", have become powerful weapons which enable the opinions typed as "absolute truths” to be appreciated, reproached and/or discussed, shared by millions in just a few seconds.

The repetitive and persistent standard of this antisocial behavior, which is aggressive and challenging, is what we most see in the Internet today. It seems to me that the social networks trigger the "Behavior Disorders" in all of us, showing who we really are. Psychology has never imagine it would be necessary to create a name, theories, diagnoses and perhaps even a cure (lol) to a new disorder, because of the technology.

Transtorno de conduta virtual

Março, 2011

"O jornal de hoje embrulha o peixe na feira de amanhã." Com o avanço da Internet, este dito popular mudou: hoje a notícia não pode ser apagada, uma vez publicada e repassada, não tem volta.

O que é dito virtualmente, ficará gravado nos bits & bytes e estará sendo disseminado mais rapidamente do que um vírus, até que alguma rede caia ou um banco de dados despenque.

A palavra escrita está dita e exposta. As pessoas podem se esconder atrás de logins e perfis sem expressão, inautênticos, anônimos e ainda a assim a palavra estará dita.

Atualmente, a maioria analisa e julga com propriedade e "certezas" afirmativas, oriundas de análises puramente passionais e sem o mínimo de explicação coerente.

Analisar um perfil, não é mais analisar a personalidade de outrem e/ou analisar o comportamento alheio e não pode ser feito somente por observação.

O "publicar", "compartilhar", "retweetar" ou "atualizar", tornaram-se armas poderosas e permitem que as supostas opiniões digitadas como "verdades absolutas" caiam para apreciação, difamação e/ou discussão, compartilhado por milhões em segundos.

O padrão repetitivo e persistente dessa conduta antissocial, agressiva ou desafiadora é o que hoje se vê na Internet, em sua grande maioria. Parece-me que as redes sociais deflagraram os "Transtornos de Conduta" de cada um, mostrando quem é quem. A psicologia nunca imaginou que seria necessário criar um nome, teorias, diagnósticos e talvez até cura (rs) para um novo distúrbio, por causa da tecnologia.


Hi-Tech Maecenas

February, 2011

We are in the Age of Cooperation.
We have become nano-supporters.
We have become personal startups.
We have become NPI’s (non-profitable individuals).
Cooperative financing and affective sponsorships.
We are Crowd funding of ourselves.
The audience, a mere spectator before, is the one who decides now.
The fans, who were admirers from a distance, have grown, appeared and have become "sponsor-fans".
Artistic philanthropy present in the Middle Age and Renaissance and reached the Hi-Tech Age.
We are now great cultural Maecenas with a simple login.
We have become sponsors of the arts, current Maecenas of ideas, through our modems.

Mecenas Hi-Techs

Fevereiro, 2011

Entramos na Era da Colaboração.
Viramos nano-apoiadores.
Viramos startups pessoais.
Viramos ING’s (indivíduos não-governamentais).
Financiamentos colaborativos e patrocínios afetivos.
Somos Crowdfunding de nós mesmos.
O público, antes um simples espectador, agora é quem decide.
Os fãs, antes apenas admiradores distantes, cresceram, se destacaram e viraram "fãs-patrocinadores".
A filantropia artística saiu da Idade Média e do Renascimento e chegou à Era Hi-Tech.
Somos hoje os grandes mecenas culturais com um simples login.
Viramos patronos das artes, atuais mecenas das ideias, através do modem.


Conteúdo extraído {textos/frases/citações} dos livros de Ana Flávia Miziara e estão protegidos
pela Lei 9.610 de 19.02.1998 de direitos de propriedade intelectual, bem como pelo International Standard Book Number {ISBN},
Cataloging-in-Publication {CIP} - ficha catalográfica pela Câmara Brasileira do Livro {CBL} e Digital Millennium Copyright Act {DMCA}.