Os Elementais, segundo análises conceituais dos estudiosos do assunto são (acreditando no fato de sua real existência) a manifestação de alguns seres que brilham ou se auto-iluminam, que determinam uma forma de vida completamente distante dos padrões que obtemos ou conhecemos normalmente.
Estes não podem ser percebidos de forma fácil e simples, e, por conseqüência, torna-se um ato difícil e minuncioso o seu estudo, a comprovação de sua realidade e dos poderes a eles destinados.
A todos estes elementais poderia, inclusive, dar-se o nome de DEVA, que se origina do sânscrito e reúne todos os elementais em um só grupo, com vidas e características próprias.
Distanciando-se totalmente das crenças e rituais sem conteúdo e daqueles que dão aos elementais "toques" fantásticos de lendas e fábulas, colocaremos uma pequena amostra do que eles representam, dentro do contexto da natureza mística atual.
Os Elementais, muito embora pouco divulgados (mas com larga ascensão atualmente), têm em si uma função concreta e útil à humanidade, incluindo uma função quanto à própria vida da Terra.
Partindo do princípio de que a Terra é muito mais do que um acaso cósmico, concluído que ela carrega vida própria e, consequentemente, um corpo vivo e uma essência energética. Assim raciocinando, o movimento cíclico dessa criação originou os elementais das seguintes formas:
O primeiro movimento foi quando os gases pesados do planeta que nele circulavam foram solidificados pelos elementais da água, provocando assim o aparecimento dos Continentes;
Por sua vez, estes Continentes propiciaram o surgimento dos elementais da terra, que criaram por sua linha indireta ou direta seus respectivos vegetais e plantações propiciando também a sobrevivência da espécie humana. Com a função direta no desenvolvimento de vegetais e minerais, as transformações ocorridas colaboram na formação do planeta através dos próprios movimentos cíclicos dos elementais singulares.
Com o movimento cíclico da Terra, unido ao movimento individual dos elementais, deu-se a Criação.
Para cada elemental então haveria um Deus, ou um DEVA maior de cada elemento, comprovando o fato de que este (Deva), hierarquicamente, seria o responsável pelos outros, cuidando para que os mesmos não criassem ou propagassem energia contrária. Para isto, o Deva proporcionou aos elementais uma capacidade de consciência mais abrangente, crescente e direcionada.
Muitas lendas que se fundem com os estudos dão aos elementais formas e vestimentas diversas e tudo o que os envolvesse teria um sentido, um foco, uma vibração de um tamanho adequado aos seus objetivos.
As lendas dizem que são como pequenos anões (o que de todo não estaria incorreto). Porém, de acordo com a própria tradição DEVA, estabelecendo-os como seres iluminados, a sua forma seria arredondada lembrando-nos uma aspiral duplicada. Ao topo, a sua consciência luminosa seria o foco centralizador, atrás uma capa de luz atuaria como força direcional da vida do Elemental e é onde estaria envolvido o objeto que ele rege. Neste foco, conteria a memória de suas vidas passadas e experiências vividas.
Por serem energia pura possuem ilimitáveis poderes que os libertam para irem além de um corpo, com seus movimentos leves, sutis, indo além da barreira da ilusão, do concreto e do já estabelecido.
Cada DEVA, cada elemental poderia adquirir várias formas, tamanhos, cores e uma musicalidade particular. Tudo isto já estaria estabelecido no reino que habitariam, dando um timbre próprio, definido com seus objetivos.
Um gnomo ou duende (tipos de elementais) poderia variar de 3 a 30 cm de altura, ao contrário dos anjos, que representariam alturas maiores do que muitos homens.
O comportamento de cada elemental variaria de um para o outro. O certo é que eles se espelhariam nas atitudes humanas por estarem próximas e em contato direto com os homens.
Esta relação Homem-Devas quase sempre seria benéfica para ambos, porque giraria em torno do aprendizado mútuo com o somatório das experiências de cada um.
Segundo estes conceitos, os homens adquiririam a sensibilidade, aprendereriam a entrar em sintonia com os níveis mais elevados de percepção, através da primeira impressão e intuição o que o contato com os elementais proporcionaria. Já os DEVA adquiririam experiências através das complexas atitudes humanas e de seus comportamentos contraditórios aprendendo o trabalho prático do homem.
A vida dos elementais seria constituída de um caráter peculiar e transcenderia o tempo, as formas e as dimensões desses seres. A vida não seria interrompida com a morte para a renovação, mas sim novos graus atingidos (por novas e superiores consciências de aprendizado e sensibilidade), que proporcionariam a cada elemental iniciado em um nível inferior e com a função de desenvolver uma pequena planta, a regência de toda uma floresta. Esta é a verdadeira morte e renovação de cada elemental; a evolução.
Pelo menos uma vez na vida o homem e o elemental entrariam em contato direto, aproximando-se um do outro, com a finalidade de desenvolverem níveis de consciência transcendentes e estarem aptos a sintonizarem-se com a "alma do mundo".
Esta aproximação sempre seria favorecida quando o ser humando estivesse mais frágil e sensível, procurando naturalmente, em formas de contato mais sensitivos.
Muito embora os homens tenham a consciência de que os elementais não podem ser comprovados cientificamente, existe uma viabilidade deste contato.