ALHO


Bram Stoker foi o introdutor desse instrumento de aversão vampírica na literatura do gênero. A partir daí a lenda perpetuou-se.

O alho deriva da família dos lírios e durante séculos, principalmente pelos eslavos e romenos, foi utilizado para proteção da peste e doenças de causas sobrenaturais. Além dessa tradição, a Eslávia e a Romênia utilizavam-se do alho como detector da presença de vampiros, justamente pelos mesmos viverem entre a comunidade e não serem facilmente percebidos. Aquele que se recusasse a entrar num recinto recharçado de alho era indicado como vampiro.

A relação alho-vampiro foi introduzida na superstição da América do Sul por volta dos anos 20, deste século. Antes da crença pelo alho, os antigos utilizavam-se do acônito, planta venenosa que acreditavam ter surgido do mito de Cerberus, da mitologia grega, para repelir os vampiros.