Segundo etnólogos e antropólogos, a vítima de um vampiro não morre no ato da primeira sugação.
A narrativa descreve que após a primeira mordida, o vampiro continua sugando a sua vítima por dias, enquanto a vê definhar.
Geralmente, o vampiro ataca uma pessoa que lhe desperta um fascínio em particular, podendo ou não transformá-la, ao final, em companheiro-vampiro.